CONSULTORIA E INSPEÇÃO PREDIAL - NBR 16280

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INSPEÇÃO DE ELEVADORES / LAUDO TÉCNICO

Com experiência de 32 anos em elevadores, a equipe é composta por profissionais habilitados que atendem a todos os fabricantes.

PROJETO DE MODERNIZAÇÃO DE ELEVADORES

Devem se adequar às normas técnicas de segurança e de acessibilidade vigentes para aumentar o desempenho.

PMOC - PLANO DE MANUTENÇÃO, OPERAÇÃO E CONTROLE

O Ministério da Saúde recomenda a manutenção dos aparelhos de sistemas de climatização artificial em todos os estabelecimentos.

ANALISE E MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR INTERNO - QAI / IAQ

Com experiência de 35 anos em ar condicionado a equipe é composta por profissionais preocupados com sua saúde.

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Falta de limpeza do ar-condicionado gera multa para empresas e pode comprometer saúde dos funcionários

A orientação é para que empresas e condomínios contratem técnicos ou empresa especializada para realizar a limpeza do ar-condicionado periodicamente


Duas resoluções publicadas pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa determinaram um conjunto de regras voltado para garantir a qualidade do ar em ambientes climatizados. A multa em caso de falta de manutenção pode chegar a R$ 200 mil.

Muitas pessoas não sabem, mas a falta de manutenção e limpeza do ar-condicionado pode gerar multa para empresas. Inicialmente, o Ministério da Saúde através da Portaria 3.523/98 determinou um conjunto de regras voltado para garantir a qualidade do ar em ambientes climatizados. A orientação é para que empresas e condomínios contratem técnicos ou um estabelecimento especializado para realizar a limpeza do ar-condicionado periodicamente. Depois, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou a Resolução 176/00, exigindo testes periódicos nos aparelhos de ar em locais público e coletivo. Esses testes devem ser feitos pela vigilância sanitária dos municípios para comprovar que o ar não está contaminado. A multa em caso de falta de manutenção pode chegar a R$ 200 mil.

» O que é Plano de Manutenção Operação e Controle - PMOC?

“É muito importante que as empresas ou estabelecimentos sigam essas normas para garantir que a saúde das pessoas não seja comprometida por causa da falta de limpeza ou manutenção do aparelho de ar-condicionado”, explica o Engenheiro, Abrão Barbosa. “Em alguns casos, os aparelhos sujos podem acumular bactérias e fungos, então quem respira o ar pode ter crises de rinite ou sinusite e em casos mais graves até pneumonia”, diz Barbosa.

Além dos cuidados com a parte interna do ar-condicionado, é importante ficar atento e não deixar que o reservatório do aparelho portátil fique cheio de água por muito tempo e lavar ele com frequência para evitar a proliferação do mosquito da dengue. “A maiorias das empresas acaba ignorando e não compreende a importância dessas ações por acharem que isso não interfere na saúde dos funcionários ou por falta de hábito e informação”, ressalta o diretor.

Usa o ar-condicionado para se refrescar? Atenção às bactérias! Encontradas no ar-condicionado podem até matar...

Até meados de julho desse ano, sete pessoas morreram em Nova York por conta da doença do legionário, uma espécie de pneumonia derivada de uma bactéria encontrada em ar-condicionado. Na mesma época, 64 pessoas estavam hospitalizadas por causa desta infecção pulmonar, num total de 81 pessoas infectadas.

Legionelose é uma doença pulmonar que pode colocar em risco à vida do paciente

Uma doença desconhecida por muitos, mas que pode levar à morte. Esta é a legionelose, uma patologia provocada pela bactéria Legionella pneumophyla que, quando aspirada, pode alojar-se nos alvéolos pulmonares, provocando uma pneumonia severa.

Os primeiros sintomas são dores de cabeça, muscular e febre alta, que podem evoluir para tosse, falta de ar e dores no peito. A doença é curável, desde que diagnosticada a tempo, e o tratamento é feito com antibióticos. Pessoas com sistema imunológico comprometido, doenças respiratórias ou problemas cardíacos – especialmente idosas – são as mais propensas ao contágio.

A bactéria sobrevive em locais com água, principalmente morna, como sistemas de ar condicionado, banheiras, piscinas, chuveiros, nebulizadores e sistemas de água.


“O diagnóstico é difícil. Principalmente porque a manifestação da doença em raios X é muito pouca em comparação à situação do paciente, que pode ficar muito debilitado”, explica a médica pneumologista Suzana Pinheiro Pimenta, do Hospital 9 de Julho, de São Paulo.

O tratamento da doença é feito com antibióticos, mas a prevenção exige cuidados. Conforme Suzana, casos de legionelose podem aumentar nesta época do ano pelo uso mais frequente de piscinas e, principalmente, aparelhos de ar condicionado. “O primeiro surto da doença, que aconteceu nos Estados Unidos, estava relacionado ao ar-condicionado”, diz.

Por isso, é fundamental a limpeza de aparelhos de ar-condicionado, tanto em casa quanto em empresas ou sistemas automotivos e, também, de torres de resfriamento, como as existentes em shoppings.

Manutenção

Leonardo Cozac é engenheiro associado ao Departamento de Qualidade do Ar de Interiores da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava). Ele ressalta que, diante da doença, é importante atentar à manutenção das torres de resfriamento, que neste caso pode salvar vidas. “A sociedade tem que estar atenta às exigências necessárias para a garantia de uma qualidade do ar adequada ao conforto e à saúde”, diz.

Em casa, o ar-condicionado ou o filtro do sistema de refrigeração dos veículos deve ser trocado a cada seis meses. Em ambientes que têm ar-condicionado central, onde a movimentação de pessoas é intensa, a limpeza das torres de resfriamento deve ser rigorosa.

Conforme Cozac, para estes casos existe um plano de manutenção, operação e controle que se aplica a todo estabelecimento que possua sistema de climatização artificial, com o objetivo de assegurar a correta manutenção dos aparelhos.

A Abrava alerta quanto à contratação de empresas de manutenção e análises, pois é necessário que sejam reconhecidas por órgãos competentes, como o Inmetro, e que tenham o conhecimento e a responsabilidade da correta aplicação do plano para que os riscos sejam minimizados.

A Inspenge Engenharia realiza serviço de coleta e análise da qualidade do ar interno e oferece contrato de higienização e manutenção de equipamentos. Solicite orçamento hoje mesmo...

Fonte: atribuna.com.br / tudorondonia.com

Saúde e qualidade do ar interno

PMOC - Plano de Manutenção, Operação e Controle
Com o final do inverno e a elevação da temperatura aumenta a utilização de aparelhos de ar condicionado. Para obter o melhor rendimento, economizar energia e cuidar da saúde é necessário manter esses equipamentos higienizados. A manutenção periódica garante a boa qualidade do ar interno e evita doenças respiratórias exatamente como recomenda a Resolução 09/2003 da Anvisa e a portaria 3.523/98 do Ministério da Saúde.

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» Saiba mais: Higienização de Dutos

Surto nos EUA é alerta para o mundo sobre manutenção de aparelhos de ar condicionado

Até o momento, são 12 vítimas fatais e mais de 100 internados por 'legionário' em Nova York


antes            depois
 
Interior de Ar Condicionado antes e depois da higienização


Desde a última semana de julho se noticia sobre casos de legionário com 113 casos confirmados na região de Nova York. Os primeiros casos foram detectados no Bronx e, posteriormente, Oranbeburg também relatou que um operário foi infectado na fábrica que trabalhava pela bactéria Legionella.

A região enfrenta alta da temperatura e isto tem levado a população a utilizar sistema de climatização para atenuar o intenso calor. É aí que está o perigo: os aparelhos de ar condicionado podem estar contaminados por sujeiras em seu interior, sendo um habitat para bactérias e vírus.

Ao ligar o aparelho, partículas são dissipadas no ambiente, contaminando o local e também as pessoas que respiram o ar poluído, levando para seus pulmões o legionário, que está incubado em vapor ou em gotículas de água que refrigeram as casas e comércios.

Empresas e fábricas também podem ser afetadas por torres de climatização sem limpeza e ausência de plano de manutenção preventiva. Em Orangeburg, segundo as autoridades, o sistema de climatização da fábrica onde trabalha o operário pode ser a causa da contaminação.

Especialistas em Saúde realizaram vistorias no sistema e determinaram a realização da limpeza em até uma semana. A ala da fábrica onde o infectado trabalhava foi isolado até o término do trabalho.

Autoridades americanas estão estabelecendo uma legislação para evitar que novos surtos ocorram.

MELHORIAS NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

“No Brasil, temos uma boa legislação para o tema, mas devemos atualizar as leis e resoluções para atender um novo mercado: os modelos splits. Também precisamos criar outros mecanismos de controle e manutenção preventiva que seja adequado para os proprietários de aparelhos de pequeno porte e para aqueles que não conseguem arcar com os custos de manter um engenheiro responsável pelo Plano de Manutenção, Operação e Controle, o PMOC”, é o que relata o Presidente Nacional da Associação Brasileira de Empresa de Profissionais de Refrigeração, Sanitização e Climatização, Ricardo Nascimento.

Segundo o dirigente da associação, no Brasil temos a Lei 3523/98 e as Resolução 9 e Resolução 16 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que orientam sobre as regras e obrigações para Ambientes Climatizados. No entanto, são nos municípios e estados que é preciso implantar políticas públicas eficazes e que entendam cada região com suas peculiaridades.

Também é preciso ampliar os mecanismos de controle, fiscalização e adequar os prestadores de serviços para garantir que surtos não ocorram e, acontecendo, que medidas sejam rapidamente aplicadas para minimizar seu impacto.

UMA NOVA DEMANDA: APARELHOS SPLIT

Para exemplificar, em 2014 foram vendidos 3,7 milhões de aparelhos split e 470 mil modelos janela, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Eletroeletrônicos. O mercado de ar condicionado cresce, em média, 10% ao ano no Brasil.

Apesar dos números crescentes do setor, ainda faltam técnicos e profissionais capacitados para oferecer serviços de manutenção preventiva, limpeza e higienização dos aparelhos.

BACTÉRIA PERIGOSA E FATAL

A contaminação por Legionella ocorre pela respiração de vapor de água contaminada nos aparelhos de ar condicionado, climatização ou também por chuveiros ou duchas. A pneumonia é o caso mais grave da doença, mas outros efeitos como: fadiga, cansaço, baixa imunidade e também gripes e resfriados são sintomas de Síndrome do Edifício Doente, consequência de um sistema de ar comprometido e sem manutenção preventiva.


Fonte: http://br.blastingnews.com/

Metade da população corre o risco de ter alergia nos próximos anos



o ácaro é um fungo que se alastra fácil em nossa região e traz consequências sérias à saúde (Reprodução/Internet)

A Semana Mundial da Alergia 2015 encerrou no último dia 19 e teve como foco a doença. Médicos afirmam que metade da população terá algum tipo de alergia daqui a uns anos

Por conta da Semana Mundial da Alergia 2015, encerrada no último dia 19, a doença esteve no foco das atenções na imprensa nacional e internacional estes dias. Em matéria veiculada sobre o assunto no último episódio do programa Fantástico, veio a constatação: os médicos afirmam que metade da população terá algum tipo de alergia daqui a uns anos.

Qual o motivo de tantos casos? Estaríamos tomando cuidados de menos? Ou, do contrário, nos protegendo em excesso? Levamos estas questões a médicos alergologistas que trabalham na capital amazonense para entender o quadro sob uma ótica mais próxima de nossa realidade.

A alergia impressiona pelo fato de se apresentar nas mais diversas formas. O mesmo ácaro, por exemplo, pode causar rinite, dermatite, conjuntivite, asma, etc. Na quente e úmida Manaus, o que predomina é o mofo. Segundo Dr. Gilberto de Paula, que trabalha há 20 anos com alergias, este fungo se alastra fácil em nossa região e traz consequências sérias à saúde.

“A alergia tem características ambientais. Às vezes a pessoa sofre por não ter o diagnóstico certo. Aqui, você faz uma pergunta simples - se, por ventura, na casa da pessoa, existe infiltração. Quando a resposta é sim, você já sabe que é caso de alergia a fungos”, diz, complementando que existem três testes usados para identificar o problema: o prick test, o exame de sangue e o teste intradérmico. Ele frisa que, em geral, os dois primeiros são mais precisos para as alergias inalatórias e alimentares. Já o terceiro, um dos mais antigos, seria o mais indicado para alergias a fungos.

Dra. Rossilene Cruz, dermatologista e alergologista, aponta também as alergias causadas por picadas de inseto, urticárias e dermatite de contato como bem frequentes no Amazonas.

Aumento de casos

Dr. Gilberto de Paula explica que certas alergias podem resultar de uma predisposição genética. Em outros casos, podem aparecer na infância, sumir e apenas retornar quando o indivíduo passa dos 40 anos. “Isso é reflexo do desequilíbrio hormonal. Muitas vezes você consegue tratar fazendo o equilíbrio com pequenas doses de hormônios”, comenta o médico.

Outros motivos estão intimamente ligados a hábitos da vida moderna. Dra. Rossilene listou alguns destes: superproteção (crianças superprotegidas, que não brincam na rua e não entram em contato com bactérias estão mais suscetíveis a terem baixa imunidade); o constante confinamento em ambientes fechados com ar-condicionado (sem contato com o sol, o ambiente pode virar uma colônia de fungos) e a alimentação (uso abusivo de enlatados, embutidos e contato com produtos químicos, podem resultar em intolerância).

A mudança de alguns destes comportamentos pode ajudar bastante a frear o desenvolvimento da doença. O quanto antes vier a conscientização, melhor: segundo Dra. Rossilene, as mães devem buscar amamentar os filhos tanto quanto for possível, pois a prática ajuda a desenvolver anticorpos. Pelo mesmo motivo, quando maiorzinha, a criança deve brincar ao ar livre, ter contato com a terra, com bichos, com outras crianças.

“Quem não desenvolve a imunidade cedo, acaba ficando sensível a pequenas coisas”, diz a médica. E depois, ao longo da vida, algumas precauções já se tornam necessárias -como a preferência por alimentos não-industrializados, a limpeza dos ambientes e, em nosso caso, buscar pegar leve no uso do ar-condicionado.

Lidando com o problema

O psicólogo Diego Souza Aguiar sofre com intolerância e alergia à lactose desde pequeno e diz que lida bem com isso. O problema foi descoberto quando Aguiar - hoje com 26 anos - tinha apenas 8 meses de idade. Para conviver bem com o problema, ele conta que não toma mais medicamentos mas busca manter uma alimentação bem equilibrada. “Você aprende a conhecer o seu corpo e aprende a controlar. Acho que esse é a vantagem de ter o diagnóstico desde pequeno”, diz, evidenciando a importância dos testes para descobrir a doença.

Fonte: Jornal A Crítica

A Importância da Qualidade do Ar Interno



O corre-corre do dia a dia pode fazer com que a maioria das pessoas não perceba a importância de uma boa qualidade do ar.

Outras, por sua vez, pensam estar seguros por passar grande parte do dia em ambientes fechados, seja em escritórios, hotéis, hospitais, shoppings ou centros comerciais com sistema de ar condicionado.

No entanto, a troca de ar entre ambientes interno e externo e o acúmulo de pessoas em um mesmo ambiente são os principais fatores causadores do aumento de poluentes químicos e biológicos no ar. Aliado a isso, a falta de cuidados de limpeza agrava o quadro e também pode acarretar em doenças respiratórias e outras reações alérgicas.

Por isso é essencial realizar análise do ambiente do ar para saber as reais necessidades de correção. A INSPENGE faz este serviço com equipamentos de última geração e profissionais capacitados, garantindo o conforto e a segurança de um ambiente saudável e livre de problemas respiratórios.

Qualidade do Ar Interior: Fatores Agravantes

A má qualidade do ar em recintos fechados é especialmente prejudicial para alguns grupos vulneráveis, como as crianças, idosos e as pessoas com doenças cardiovasculares e respiratórias. Além dos poluentes atmosféricos, a qualidade do ar também é afetada por muitos outros fatores, incluindo atos como cozinhar, acender velas ou incenso, utilizar produtos como ceras e os polidores para limpar superfícies, materiais de construção e o hábito de fumar.Alguns países, incluindo o Brasil, proibiram o uso de cigarros em diversos locais públicos e fechados. A lei que proíbe o fumo nesses locais foi sancionada em 2011, pela presidenta Dilma Rousseff. Até então, a lei se restringia em limitar o fumo "em área destinada exclusivamente a esse fim, isolada e com arejamento conveniente".

Qualidade do Ar Interior: Solucionando o Problema

A aprovação da lei não foi a única via para melhorar a qualidade do ar. Algumas ações como a ventilação dos espaços fechados já podem contribuir para melhorar a qualidade do ar que respiramos. A Anvisa também recomenda que todos os ambientes com ar climatizado devem seguir um rigoroso e eficiente controle da qualidade do ar. Fazer a análise do ambiente é essencial para preservar a sua saúde. A INSPENGE, especializada em Análise da Qualidade do Ar em Ambientes Climatizados Artificialmente, tem as soluções, promovendo uma avaliação da qualidade e poluição do ar interior, garantindo um ambiente climatizado limpo e seguro.

Aplicações: Hospitais, Clínicas Médicas e Odontológicas, Laboratórios, Industrias Farmacêuticas e Químicas, Empresas em geral, edifícios comerciais, Instituições Financeiras, etc..

A importância da manutenção preventiva

Os fatores principais para realização da manutenção e limpeza do ar condicionado são pela formação de bactérias, fungos, poeira. Uma das bactérias mais perigosas é a “LEGIONELLA PNEUMOPHILA”, que se aloja nos pulmões causando uma série de danos, inclusive a morte.

É fato que micro-organismos como esses vivem nos sistemas de ar pelas condições propícias que ele oferece: ambientes fechados que impedem a circulação de ar tornando um ambiente úmido, poeira proveniente do ar e que se alojam nas serpentinas, turbinas e filtros.

Além da preservação da saúde a manutenção periódica nos trás outros benefícios:
  • Aumento do rendimento do equipamento;
  • Prolongamento da vida útil do equipamento bem como do compressor;
  • Evita quebras, reduzindo os gastos com trocas de peças;
  • Reduz o consumo de energia, protegendo contra quedas de tensão;
  • Proteção contra corrosão;
  • Lembrando que “manter os aparelhos limpos evita a concentração de ácaros, fungos, mofos e bactérias, mantendo o ar sempre puro”.
  • Respeito à Legislação (Portaria 3.523/98 – Ministério da Saúde)
A manutenção não se limita a limpeza de filtros, embora muitas pessoas esqueçam de fazer a higienização dos filtros por longos períodos, mas também a necessidade de fazer uma higienização completa (a análise de manutenção deve ser feita por um técnico habilitado, dependendo das avarias do equipamento e tempo de uso que definirá os procedimentos da manutenção preventiva e corretiva - PMOC).

É altamente recomendado que a manutenção seja feita por uma empresa autorizada, e por técnicos altamente treinados pelos fabricantes. A manutenção com uma empresa que não cumpra as determinações acima pode acarretar na perda da garantia ou danos ao seu equipamento.

Previna-se e agende a manutenção agora no período em que o uso dos aparelhos de condicionador de ar é menos freqüente do que nos dias mais quentes de verão.

Até ratos mortos foram encontrados em dutos de ar de shopping

O levantamento feito em inspeções-surpresa realizadas desde 2007 pela Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), ligada à Secretaria Municipal da Saúde, nos 25 dos maiores centros comerciais da cidade de São Paulo, não limparam seu sistema de ar-condicionado nos últimos anos Todos os shoppings visitados foram reprovados na primeira visita, diz a Covisa.

POEIRA E RATO MUMIFICADOS
Vídeos gravados por um robô-câmera mostram que há camada de poeira de mais de um centímetro e ratos mumificados dentro de dutos de ar de alguns centros comerciais.
A Covisa e o Ministério Público do Trabalho não divulgam os nomes das empresas.

PROBLEMAS
■ Shopping D - A perícia apontou que o shopping não cumpria a renovação de ar exigida por lei (27 m3 de ar fresco por hora para cada pessoa no ambiente). Ou seja: o mesmo ar era resfriado e voltava aos corredores.

■ Shopping Anália Franco - Nunca tinha limpado seus dutos, em 11 anos de funcionamento. Na audiência, um representante do shopping disse que "não há densidade de poeira que demande a limpeza dos dutos".

■ Shopping West Plaza, na zona oeste – Os inspetores descobriram, em 2010, que a última limpeza no sistema de ar fora feita em 2005 -14 anos após a abertura do local, tempo em que se acumularam 33 kg de impurezas nos canos.
Todos os shoppings assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), comprometendo-se a remediar as falhas.


FALTA DE LIMPEZA NO SISTEMA DE AR CONDICIONADO – CONSEQÜÊNCIAS

ALERGIAS

■ Relatório da Organização Mundial da Saúde aponta que 45% dos processos alérgicos são causados por falta de manutenção de ar-condicionado. "Sujeira no ar piora doenças como rinite, sinusite e asma.

■ Disseminar bactérias e fungos que causam doenças", diz o infectologista José Hermaniani.


SITUAÇÃO É ASSUSTADORA' DIZ FISCALIZAÇÃO
Na avaliação de Szymon Gartenkraut, da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), a situação encontrada nos shoppings de São Paulo "é assustadora".

■ No duto de ar-condicionado de um dos principais shoppings da cidade, cujo nome não foi revelado, foram encontrados dezenas de ratos mortos.

■ Por causa do frio, eles não apodreceram e não deixaram mau cheiro -foram encontrados roedores mumificados em três andares.

■ Outro caso é o da saída de ar de um "pet shop" que dava direto no restaurante de uma grande rede, a três lojas dali. Pelos, pulgas e ácaro eram "servidos" com o ar de quem comia no local.

■ De acordo com a Covisa, um dos shoppings nunca tinha limpado o ar-condicionado. Formou-se um "tapete" com 1 cm de poeira. As paredes do duto estavam tingidas por fungos.


INQUÉRITO
Após as vistorias, a Covisa denunciou as irregularidades ao Ministério Público do Trabalho. Até agora, há 14 inquéritos civis em curso no órgão, segundo a promotora Danielle Leite.
Analisam-se casos em que a inadequação põe em risco a saúde de quem trabalha nos shoppings.
"Se houver condenação, a indenização é pelos danos não só aos trabalhadores, mas a toda a coletividade", afirma ela. A multa pode chegar a R$ 500 mil.

Fonte: Folha de São Paulo - São Paulo, domingo, 23 de outubro de 2011


Comentário:
Dúvidas mais comuns sobre limpeza de dutos de ar condicionado e demos respostas a elas.

■Com que freqüência devo fazer a limpeza dos dutos do ar condicionado?
Essa freqüência é dada por leis estaduais. Em geral elas mencionam a cada ano.

■ Com que freqüência deve ser feitos exames em laboratório da qualidade do ar e inspeção visual interna dos dutos?
A resolução 09 da ANVISA determina que os exames e a inspeção devem ser feitos a cada 6 meses.

■Quando estiver fazendo a limpeza dos dutos o ar condicionado pode ser usado normalmente?
A limpeza deve ser executada fora do expediente normal de trabalho. Dependendo do método utilizado para a limpeza, ele não impede que o ar condicionado seja utilizado normalmente caso apenas uma parte dos dutos tenha sido limpa, devido a extensão deles.

■ É preciso realmente fazer a limpeza dos dutos de ar condicionado?
Não basta colocar filtros nas casas de máquinas para reduzir o nível de fungos e bactérias no resultado da análise laboratorial?
É preciso realmente fazer a limpeza porque a colocação de filtros desobedece a legislação e não há respaldo técnico para essa prática. O que se faz com a colocação de filtros é o confinamento dos fungos e bactérias dentro dos dutos e não sua remoção. Na verdade essa má prática protege os fungos e bactérias, permitindo que elas se desenvolvam e venham a prejudicar a saúde dos usuários do ar condicionado.

O que é o PMOC?
É um Plano de Manutenção Operação e Controle, exigido nas portaria 3.523 do Ministério da Saúde. Nele é estipulado quando as verificações e correções técnicas deverão ser executadas em cada ponto do sistema de refrigeração. É especificado também, qual o número de ocupantes de cada ambiente refrigerado, a carga térmica do equipamento e o tipo de atividade desenvolvida no local.

■ Não faço a limpeza dos dutos de ar condicionado e não tenho PMOC, o que pode me acontecer?
Desencadear uma microepidemia devido à má qualidade do ar, a chamada síndrome do edifício doente. A partir de cerca de 20% dos usuários de um mesmo ambiente apresentando algum tipo de problema devido à contaminação do ar já caracteriza uma microepidemia. Responder a processo judicial de reparação de danos por promover disseminação ou agravamento de doenças respiratórias pré-existentes em ocupantes do ambiente climatizado. Estes processos, normalmente são promovidos por ex-ocupantes ou ex-funcionários do ambiente. Fonte: Portal de Refrigeração

Organismos Biológicos encontrados em sistema de ar condicionado
Esporos de Fungos, Bactérias, Vírus, Pólen, Artrópodes, Protozoários.
Fontes: Mofos e outros fungos, Umidificantes e água estagnada, Superfícies e materiais afetados por água, Grelhas de condensação e bandejas em sistemas de ar condicionado, Grelhas de aquecimento sujas em condicionadores de Ar, Animais, roedores, insetos e humanos

Microorganismos como os fungos, bactérias, vírus e algas compartilham o ar dos escritórios com seus trabalhadores, habitando os dutos de ar condicionado, vivendo ao redor de tijolos, no teto, nos forros, etc., são sempre encontrados em locais úmidos e quentes.

Os micróbios necessitam apenas de quatros ingredientes para sobreviver: nutrientes orgânicos e inorgânicos, água, superfície de apoio e sombra. Os fungos em geral vêm de fora, e assim que acham umidade, alimento e abrigo, proliferam. Bactérias e fungos produzem partículas finas carregadas pelo vento, chamadas bioaerossóis como os esporos e micotoxinas que podem causar serias perturbações alérgicas às pessoas dentro do escritório em exposição continuada. Tosse, dor de cabeça, espirros corizas, olhos lacrimejantes, e outras reações alérgicas são comuns nestas circunstâncias.

CASO HISTÓRICO
A doença do legionário é provocada pela Legionella pneumophila, uma bactéria que, encontrando na água o ambiente favorável para o seu desenvolvimento, tem como habitat natural os rios e lagos de água doce. O problema foi descoberto, pela primeira vez, em 1976, a partir de um episódio epidêmico ocorrido num hotel de Filadélfia (EUA) onde se realizava uma convenção da Legião Americana, em que muitos dos participantes foram afetados por um quadro de pneumonia atípica, acabando alguns deles por falecer ao fim de poucos dias (34 mortes). As investigações posteriores permitiram identificar o agente causador e estabelecer o mecanismo através do qual se produziu o contágio, já que os microorganismos se tinham desenvolvido nos sistemas de climatização do hotel, propagando-se através dos dutos de ventilação.

Epidemiologia
Um terço das pneumonias graves são legioneloses, havendo cerca de 1 caso em cada 20.000 pessoas por ano nos países desenvolvidos. Os doentes são geralmente pessoas debilitadas ou com problemas cardíacos, especialmente idosos.

As infecções são causadas pela inalação de gotas de água contendo o bacilo. Pode aparecer em epidemias ou casos esporádicos, sendo que as epidemias são devidas ao contacto com a mesma fonte dos organismos (por exemplo, ar condicionado) e não há transmissão entre pessoas.

O bacilo precisa de locais úmidos, e freqüentemente os focos de infecção são localizados em colônia em aparelho de ar condicionado, torre de água, tanque de água fria ou quente. A colonização dos aparelhos pode ser evitada pela sua limpeza regular.

Progressão e sintomas
A inalação de gotas contendo Legionella leva as bactérias diretamente para os alvéolos pulmonares. A incubação é de dois a dez dias, após o que surge pneumonia multifocal necrotizante com formação de microabcessos. Sintomas; febre, tremores, tosse seca, dores de cabeça. A radiografia torácica mostra uma pneumonia atípica. A mortalidade é ainda superior a 20%, mesmo com tratamento.

Fontes: Mediapédia e Wikipedia – 10 de setembro de 2011.