CONSULTORIA E INSPEÇÃO PREDIAL - NBR 16280

Atestamos a edificação para valorizar o patrimônio imobiliário a custos competitivos e atendimento diferenciado.

INSPEÇÃO DE ELEVADORES / LAUDO TÉCNICO

Com experiência de 32 anos em elevadores, a equipe é composta por profissionais habilitados que atendem a todos os fabricantes.

PROJETO DE MODERNIZAÇÃO DE ELEVADORES

Devem se adequar às normas técnicas de segurança e de acessibilidade vigentes para aumentar o desempenho.

PMOC - PLANO DE MANUTENÇÃO, OPERAÇÃO E CONTROLE

O Ministério da Saúde recomenda a manutenção dos aparelhos de sistemas de climatização artificial em todos os estabelecimentos.

ANALISE E MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR INTERNO - QAI / IAQ

Com experiência de 35 anos em ar condicionado a equipe é composta por profissionais preocupados com sua saúde.

VISITE-NOS NO ESTANDE 62/63

Venha tomar um café conosco e descubra como ganhar dineiro economizando energia elétrica em sua residência.

Solar Inspenge marca presença na EXPOCON 2016

60% dos moradores do Distrito Federal residem em condomínios verticais e horizontais. Surgiram condomínios verticais com até 400 unidades e ao mesmo tempo, foram criados, à revelia dos governos, condomínios horizontais com até dois mil terrenos, duas mil casas


Foto: Luiz Paulo.


Para atender esta demanda, foi necessária a profissionalização dos seus administradores. Hoje, por exemplo, o síndico precisa saber da sua responsabilidade civil em caso de certos acidentes no condomínio, ter conhecimento de certa periodicidade de manutenções como a dos elevadores, para-raios e molas de portas de vidro.

Precisa, ainda, estar atento à modernização destes e vários outros setores, observar a vantagem de preparar os seus subordinados com cursos de especializações para contar, dentro do próprio corpo funcional, com profissionais especializados como bombeiros e eletricistas, além de qualificá-lo, é claro.

O condomínio surge então como mercado gerador de muitas oportunidades. No nosso entender os homens públicos deveriam observar esse mercado como um setor grandioso, independente, um grande consumidor de insumos, de água, de energia e um excepcional contribuinte de impostos, e fundamentalmente como um grande gerador de empregos. O condomínio, por si só, gera lucro também na emissão de dezenas de milhares de boletos mensais por meio da rede bancária. Só isso já justificaria a sua importância na economia do Distrito Federal.

O Congresso Nacional de Síndicos, o I Congress, é uma iniciativa da Revista Condomínio & Soluções, da INOVA GESTÃO e da Anderson Machado Consultoria e Assessoria Jurídica Condominial.

O objetivo é o congraçamento dos síndicos e dos outros profissionais interessados no universo condominial. Além da troca de experiências, o evento objetiva a realização de um curso com professores renomados. Promover palestras e debates para refletir sobre os principais problemas enfrentados nos condomínios nos dias de hoje. Fazer com que o participante obtenha a base de conhecimentos para gerenciar o condomínio, conhecer seus direitos e obrigações da legislação vigente, apresentando soluções inovadoras na gestão condominial.

Profissionais liberais

O mercado condominial absorve ainda profissionais de várias categorias que passaram a direcionar parcial ou totalmente a sua atividade ao segmento condomínio. Isso pode ser sentido na área jurídica, administrativa, contábil, da psicologia e da tecnologia, principalmente a voltada à segurança. Enfim, o mercado condominial absorve quase todas as áreas profissionais. Por isso, justifica-se a participação da Secretaria do Meio Ambiente, da Saúde, da Justiça e Cidadania, Secretaria de Segurança, empresas como Caesb, Ceb e Terracap, órgãos como Adasa e ouvidorias têm espaço garantido, assuntos e temas variados para falar com esse público.

Para saber mais:

Inscrições : www.expoconbrasilia.com.br
Data: De 29 a 1° de outubro.
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Condomínios horizontais

Com cerca de 600 mil moradores em condomínios horizontais no Distrito Federal, as comunidades viveram momentos de amargura e de euforia. Das promessas fáceis, no calor das campanhas, até a assinatura no cartório de registro de imóveis, há um caminho longo a percorrer. Portanto, é hora de abrir um procedimento claro para dar definitivamente um rumo a este caminho árduo que é a regularização das frações dos condomínios horizontais. Isto é, garantir às famílias o direito da casa própria.

A EXPOCON BRASÍLIA foi criada em 1998 para fortalecer o papel dos síndicos, dos administradores prediais, tanto nas edificações residenciais como nas comerciais e mistas. Com o passar do tempo, as necessidades observadas neste setor foram dando espaço a uma nova atividade, uma nova especialidade: a do síndico profissional. Portanto, podemos afirmar, sem nenhuma dúvida, que o síndico se tornou uma profissão.

Objetivos da Expocon

- Apresentar um evento-oportunidade para mostrar os equipamentos, bens, serviços e produtos que o condomínio necessita para o seu bom funcionamento.

- Favorecer o entrosamento entre prestadores de serviços, empresas comerciais, administradores, prefeitos de quadras, síndicos e condôminos.

- Debater, com a participação de especialistas, temas importantes para o gerenciamento condominial, como aspectos legais, patrimoniais, segurança, serviços, finanças, ética entre outros assuntos.

- Discutir a responsabilidade da instituição condomínio, na melhoria da qualidade de vida no cotidiano dos condôminos.

Descrição

O evento é composto por empresas que prestam serviços, que atendem aos condomínios, oferecendo-lhes bens e produtos em estandes institucionais e/ou promocionais,

divulgando informações precisas e necessárias para o nosso público-alvo. Isto é, síndicos de condomínios horizontais e verticais, residenciais e comerciais, prefeitos de quadras, administradores prediais.

Ao mesmo tempo, o evento apresenta palestras, debates, oficinas:

• Palestras: nelas os visitantes vão adquirir informações para fazer de seus condomínios espaços mais modernos focados em ações socioambientais;

• Debates: serão realizados debates sobre assuntos da vida condominial, com formato dinâmico e participação de especialistas de cada área.

• Oficinas: como nos anos anteriores, o evento conta com a participação de artistas plásticos representando a Sociedade dos Artistas Plásticos do Distrito Federal. Nesse espaço aprazível, artistas dos variados estilos estarão pintando, construindo mosaicos ao vivo, tendo a participação e interação com o público. Lembrando sempre o cumprimento da Lei 9.365 que obriga os condomínios a criarem um espaço para colocação de obras dos artistas plásticos.

Público da feira

Síndicos, administradores prediais, prefeitos de quadras, construtores, advogados, contadores, arquitetos e outros profissionais com vínculo ou interesse nas questões relacionadas a condomínio. Os representantes de aproximadamente sete mil condomínios terão acesso a toda essa programação, solicitando a sua inscrição pelo e-mail do site.

Quem expõe?

Assessoria de condomínio; assessoria jurídica; bancos; construtoras; contabilidade; decoração; elevadores; empresas de contabilidade, empresas de reformas; empresas de equipamentos de combate a incêndio; energia solar; fitness; fornecedores e envasadores de água mineral; imobiliárias; individualização de hidrômetros; jardinagem; jornais do setor; material de construção; órgãos públicos; paisagismo; revistas do setor entre outros.

A Expocon, como evento voltado aos condomínios e cidades, traz novamente à tona um dos problemas que muito inquieta a nossa população: os lixões do Entorno e do Distrito Federal. A Expocon espera contar com o apoio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), vai realizar o II Fórum Sobre Resíduos Sólidos-Lixão DF/Entorno.

Estão convidados representantes de 23 prefeituras, de municípios do Entorno do Distrito Federal e de Administrações do DF. O Fórum vai discutir, entre outras coisas, o fim dos 19 lixões, a céu aberto, existentes no Entorno, o encerramento das atividades do lixão da Estrutural e a finalização das obras do aterro de Samambaia. Os Consórcios Públicos (RIDE),

O destino dos resíduos da construção civil e demolições. Capacitar os participantes para entenderem os principais aspectos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, conceitos, instrumentos e sujeitos envolvidos, a logística reversa, responsabilidade compartilhada, legislação estadual e municipal etc. Esperamos que nele haja troca de experiências entre as cidades participantes.

Vão ser discutidas soluções inovadoras para erradicar esses lixões. Teremos palestras e debates durante o evento, com a participação de administradores de Águas Claras, Arniqueiras, Brazlândia, Candangolândia, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Grande Colorado, Guará, Jardim Botânico, Lago Sul e Norte, Mangueiral, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto da Emas I e II, Região dos Lagos, Riacho Fundo I e II, Samambaia, Santa Maria, Santos Dumont, São Sebastião, Sobradinho, Taguatinga.

Além de prefeitos convidados ou representantes dos municípios do Entorno como, Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cabeceiras, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Mimoso de Goiás, Novo Gama, Padre Bernardo, Pirenópolis, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Valparaíso de Goiás, Vila Boa, Vila Propício, Unaí e Paraca.

O Congresso Nacional de Síndicos, o I Congress, é uma iniciativa da Revista Condomínio & Soluções, da INOVA GESTÃO e da Anderson Machado Consultoria e Assessoria Jurídica Condominial.

O objetivo é o congraçamento dos síndicos e dos outros profissionais interessados no universo condominial. Além da troca de experiências, o evento objetiva a realização de um curso com professores renomados. Promover palestras e debates para refletir sobre os principais problemas enfrentados nos condomínios nos dias de hoje. Fazer com que o participante obtenha a base de conhecimentos para gerenciar o condomínio, conhecer seus direitos e obrigações da legislação vigente, apresentando soluções inovadoras na gestão condominial.

Público--Alvo: Síndicos moradores, síndicos profissionais, subsíndicos, conselheiros, administradores, gestores prediais, porteiros, zeladores, prestadores de serviços, incorporadores e interessados em geral.

VISITE-NOS NO ESTANDE 62/63


Onde a tecnologia dos elevadores nos levará com suas recentes inovações?



Muitos avanços tecnológicos mudaram o modo como projetamos nos últimos 150 anos, mas talvez nenhum tenha causado um impacto maior que a invenção do elevador. Antes da invenção da trava de segurança para elevadores de Elisha Otis em 1853, os edifícios raramente superavam os 7 pavimentos. Desde então, as construções vêm alcançando alturas cada vez maiores. Em 2009, o edifício mais alto do mundo, o Burj Khalifa, atingiu a marca de 163 pavimentos (e para acessá-los: elevadores Otis). Em um século e meio que separam esses dois marcos históricos, a tecnologia dos elevadores mudou relativamente pouco -- até agora.

Nos últimos anos apareceram no mercado muitas inovações em relação aos elevadores. Ao passo que os tradicionais cabos de aço usados nos elevadores atingiam no máximo 500 metros, a UltraRope, uma tecnologia desenvolvida pela empresa finlandesa KONE e lançada ano passado permite que os elevadores cubram uma distância de 1 km sem interrupções, dobrando a distância. Para aumentar a capacidade dos elevadores, a companhia alemã ThyssenKrupp desenvolveu a tecnologia TWIN, que coloca dois elevadores no mesmo fosso, duplicando a eficiência. A companhia também está trabalhando na MULTI, um sistema que elimina a necessidade de cabos, permitindo que os elevadores se desloquem tanto verticalmente quanto horizontalmente.


Além disso, algumas companhias começaram a utilizar a internet das coisas (IoT) para melhorar a funcionalidade dos seus sistemas de elevadores. A ThyssenKrupp, em colaboração com a Microsoft, lançou um sistema conhecido como MAX que oferece feedbacks em tempo real dos elevadores para os técnicos, permitindo que estes saibam quais componentes precisam de reparos antes que aconteça uma pane. Mais recentemente, a Schindler Transit Management Group lançou um aplicativo chamado myPORT que melhora a interatividade edifício-pessoa. Os usuários podem definir seu destino e preferências de percurso, então, um elevador será automaticamente chamado e chegará precisamente quando necessário.


Todas estas mudanças levantam a questão de como isso impactará os edifícios que ocupamos. Com a MULTI, é fácil imaginar edifícios que não precisarão mais se desenvolver em torno de um núcleo de elevadores, facilitando a circulação em edifícios como a sede da CCTV do OMA, ou construções com formas ainda mais extravagantes. Com menos espaços dedicado à circulação, sobra mais área útil em cada pavimento, e torres muito esbeltas (como estas que estão se tornando populares em Manhattan) podem ser projetadas de modo mais eficiente.


Torre de testes da ThyssenKruppe em Rottweil, Alemanha, atualmente em construç. Cortesia deThyssenKrupp

Mais segurança e menos tempo de espera, possibilitados pelas tecnologias de internet das coisas, também significam maior acesso a pavimentos mais altos, levando, potencialmente, os espaços públicos para mais perto do céu. E já que estas mudanças podem também levar nossas residências para pavimentos cada vez mais altos, temos agora à disposição cabos resistentes o bastante para fazer o percurso sem paradas. Com o aumento da densidade nas maiores cidades do mundo, os edifícios precisam se tornar mais eficientes e úteis em todos os seus pavimentos, e estas companhias de elevadores podem nos ajudar a atingir isso.

Como descreve Rem Koolhaas em seu famos "Nova Iorque Delirante", o elevador permitiu aos arquitetos projetarem edifícios capazes de suportar territórios recém-descobertos. Com as novas tecnologias agora disponíveis, podemos continuar a explorar as melhores formas de ocupar nosso território aéreo.


Elevador TWIN na sede da ThyssenKrupp em Essen. Cortesia de ThyssenKrupp


Fonte: ArchDaily

Invenção usa lâmpada fluorescente para remover particulas e odores do ar interno

Através de luzes fluorescentes, as partículas de poluição presentes no ar são transformadas em uma poeira que pode ser facilmente removida.


Cientistas da Universidade de Copenhagen desenvolveram uma forma perfeita para melhorar a qualidade do ar de interiores, que segundo a Organização Mundial de Saúde (ONS) é responsável por 7 milhões de mortes ao ano em todo o mundo. A inovação descoberta utiliza lâmpadas fluorescentes para remover a poluição e se diferencia de outros métodos de purificação do ar interno. O sistema fluorescente é único porque pode limpar o ar sem produzir vapores perigosos ou emissões nocivas de ozônio.

O Sistema Avançado de Gás Fase (ou Gas Phase Advanced Oxidation - GPAO em inglês) foi inventado por Matthew Johnson, um professor de química ambiental da Universidade. O sistema transforma formas gasosas de poluição em estado sólido, usando ozônio e lâmpadas fluorescentes. Os radicais livres formam e atacam a poluição, aglutinando-as como partículas de pó. Uma vez que a poluição gasosa torna-se partículas, fica mais fácil de removê-la do ar, como qualquer outro tipo de partícula de poeira — com cargas eletrostáticas.

Johnson vê este desenvolvimento como um exemplo de tecnologia, imitando os processos naturais, e dando-lhes um ganho em eficiência. “Como um químico, tenho estudado a capacidade natural da atmosfera se auto limpar. A natureza limpa o ar em um processo que envolve ozônio, luz solar e chuva. Com exceção de chuva, o GPAO faz a mesma coisa, mas acelerou mil vezes o processo”, explica.

Este novo método de purificação de ar sem filtros foi testado em ambientes de produção de fibra de vidro e uma fundição de ferro, que emitiam benzeno, tolueno, etilbenzeno, xileno e se mostrou eficiente. Não só a combinação de ozônio-fluorescente do GPAO remove substâncias químicas tóxicas do ar, mas também funciona com odores desagradáveis — até mesmo o fedor mais nauseante associado com tratamento de águas residuais. O sistema GPAO pode enfrentar diversos tipos de poluição, resultando em qualidade do ar interno que pode tornar as pessoas mais saudáveis e felizes. Johnson está animado com as possibilidades: “Eu sempre quis usar química para fazer do mundo um lugar melhor”, explica.


Assista o vídeo explicativo (em inglês)


Fonte: InHabit

18 ANOS DA PORTARIA 3.523/98/MS E O FUTURO DA QUALIDADE DO AR INTERNO

PORTARIA MS 3523/98 - Evento Gratuito

(Evento gratuito para inscrições antecipadas)

Público alvo: Gestores da Área de Saúde, Administradores de Empresas. Profissionais da área de Manutenção e Operação de Sistemas de Ar Condicionado. Gerentes e Supervisores Prediais e Facilities. Médicos, Engenheiros e Técnicos de Segurança do Trabalho. Biólogos, Químicos, Bioquímicos e Profissionais ligados à área ambiental e da saúde.

Objetivo: Troca de conhecimento em gerenciamento de ambiente interno, climatizados ou não. Atualizar os profissionais sobre as novas Normas Técnicas, Resoluções e Legislações vigentes. Perspectivas sobre a qualidade do ar no Brasil.

Palestra Técnica: Nova metodologia de cálculo de ar exterior segundo a nova ABNT NBR 16.401.

Data: 15 de junho de 2016

Local: Auditório do CREA-DF - SGAS Qd. 901, Conj. D, Asa Sul. Brasília/DF

PROGRAMAÇÃO
HORÁRIO TEMA PALESTRANTE

13h às 14h CREDENCIAMENTO / VISITAÇÃO EXPOSIÇÃO

14h às 14h20 Cerimônia de Abertura – Eng. Flávio Correia – Presidente do CREA-DF
Homenagem ao Senador José Serra, pela idealização da Portaria 3.523/98/MS

14h20 às 14h40 Qualidade do Ar no Brasil: Passado, Presente e Futuro. Eng. Leonardo Cozac/ Past President Qualindoor Abrava

14h40 às 15h20 A confirmar. Eng. Sandro Dolghi

15h20 às 15h50 COFFEE BREAK COM VISITAÇÃO A EXPOSIÇÃO

15h50 às 16h40 A Renovação do Ar em Um Projeto de Climatização: Critérios de definição e soluções. Prof. João Pimenta/ Professor na UnB e Coordenador do Laboratory of Ar Conditioning and Refrigeration (LaAR)

16h45 às 17h35 Nova metodologia de cálculo de ar exterior segundo a nova ABNT NBR 16.401. Eng. Mário Sérgio/Vice-Presidente do DNPC ABRAVA

17h40 às 18h20 Mesa Redonda

18h20 ENCERRAMENTO COM O PRESIDENTE DO QUALINDOOR ABRAVA – SR. HENRIQUE CURY

18h25 às 19h COQUETEL


PALESTRANTES

Eng. Leonardo Cozac - Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho formado pela Universidade Paulista; Membro do Grupo Setorial de Qualidade do Ar Interno, em 97/98;
Participante do Green Building Council – Divisão Qualidade do Ar de Interiores; Past President do Qualindoor – Departamento Nacional de Qualidade do Ar de Interiores da ABRAVA – Gestão 2008-2010 e 2013-2015; Consultor Certificado de Qualidade do Ar de Interior pela ACAC – American Council for AccreditedCertification; Diretor na Conforlab Engenharia Ambiental.

Eng. Sandro Dolghi – Aguardando apresentação.

Prof. João Pimenta – Engenheiro Mecânico, Mestre e Doutor pela Université e Liège (Laboratoire de Thermodynamique, Bélgica). Professor do Depto. de Eng. Mecânica da Universidade de Brasília responsável pelas cadeiras de refrigeração e ar condicionado. Coordenador do LaAR (Laboratório de Ar Condicionado e Refrigeração). Membro da Ashrae e Anprac. Conselheiro Titular do CREA-DF. Diretor da ABEMEC-DF.

Eng. Mário Sérgio - Engenheiro mecânico, vice-presidente do DNPC da ABRAVA, sócio da ASHRAE e ANPRAC. Fundador da empresa MSA Projetos e Consultoria com 40 anos de experiência profissional em projetos de ar condicionado.

Inscreva-se aqui.
Para maiores informações envie um e-mail para michelle.souza@abrava.com.br.

Setor de refrigeração solicita apoio do Confea para garantir qualidade nos serviços

Engenheiro Mecânico - Sistemas de Climatização

Engenheiros mecânicos atuantes no setor de refrigeração, ar condicionado, ventilação e aquecimento estão preocupados com a atuação de leigos no mercado


Em reunião com o presidente do Confea, eng. civ. José Tadeu da Silva, representantes da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicional, Ventilação e Aquecimento (Abrava), acompanhados de outras entidades parceiras, solicitaram apoio do Confea na resolução do problema. Na ocasião, José Tadeu ressaltou a aprovação recente da Resolução nº 1.073/2016 que, ao regulamentar a atribuição de títulos, atividades, competências e campos de atuação dos profissionais do Sistema Confea/Crea, auxiliará o pleito da Abrava.

Durante a apresentação, o vice-presidente da Associação, Arnaldo Basile, afirmou que se estima uma participação de cerca de 300 mil profissionais no setor de aquecimento e refrigeração, e que há, em todo o Brasil, mais de 200 escritórios de projetos na área. “Em um país tropical, ar condicionado não é mais luxo, mas sim qualidade de vida e produtividade”, ressaltou, quando explicou que, anualmente, o setor chega a crescer de duas a três vezes a taxa de crescimento do PIB.

Na exposição, os representantes fizeram uma análise comparativa entre as grades curriculares dos cursos de Engenharia Mecânica e de Arquitetura, a partir da qual se conclui que há necessidade de o profissional da área ter formação na primeira. “Esse é o motivo da nossa reunião” afirmou Basile, “reverter o processo das atribuições profissionais referentes a concepção, projeto e instalação de sistemas de ar condicionado ao engenheiro mecânico”. Eles se mostraram preocupados com a Lei nº 12.378/2010, que criou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).

Além de sugerir que os representantes se inteirassem a respeito da nova resolução, o presidente do Confea mencionou a existência da Comissão Temática de Harmonização Interconselhos, cuja composição contempla dois engenheiros mecânicos entre os cinco integrantes: o conselheiro federal Paulo Viana, e o presidente do Crea-BA, Marco Amigo. “Vou inserir esse tópico no grupo. Quando eles sinalizarem a inclusão do tema na pauta, solicitaremos a participação de um especialista que vocês indicarem”, sinalizou José Tadeu. Outro encaminhamento sugerido pelo presidente do Confea foi abordar o assunto com os quatro conselheiros federais representantes dos engenheiros mecânicos no Plenário, e sugerir a criação de um Grupo de Trabalho específico para o tema.

Além de Francisco Correa Rabello, diretor da Inspenge Engenharia, participaram da reunião o presidente do Departamento Nacional de Empresas de Projetos e Consultorias da Abrava, Renato Nogueira, o diretor da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav), Sérgio Helfensteller e os presidentes dos sindicatos da área: Carlos Trombini (SP), Adalberto Zanizzelo (SP), Paulo Rosenthal (SP), Newton Victor (CE) e Mauricio Lopes (BA). Também estava presente Ricardo Gibrail, diretor da empresa Air System.

Fonte: CONFEA

Qualidade do ar interno não é só ar condicionado

Atendimento a NBR 16401,
a pelo menos 10 metros
da tomada de ar externo,
diminui riscos de contaminação 
(crédito: Nova Técnica)

Ciência da QAI requer um conjunto de habilidade


Quando pensamos em qualidade do ar em ambientes interiores climatizados, um dos primeiros itens que lembramos é o sistema de ar condicionado. É comum ver reportagens de televisão relacionando problemas de saúde da população a esses equipamentos com manutenção deficiente. Usuários reclamando que ambientes refrigerados fazem mal a saúde. E até profissionais do setor AVAC-R só atuam nos equipamentos de climatização a qualquer percepção de piora na qualidade do ar. Acontece que nem sempre a fonte de contaminação está no sistema de condicionamento do ar.

É de conhecimento da comunidade de QAI que outras fontes como mobiliário, carpetes, tintas, plantas, fotocopiadoras, papéis, o ar externo e principalmente as próprias pessoas são possíveis causas de proliferação e dispersão de elementos químicos, físicos e biológicos em ambientes internos.

Recentemente participei de um projeto de consultoria em um órgão público municipal, na cidade de São Paulo, onde havia reclamação de fortes odores em uma determinada sala, onde pessoas haviam passado mal, incluindo afastamento do trabalho. Chegando ao local, o administrador do edifício informou prontamente que já havia feito a limpeza do sistema de ar condicionado, porém o problema não havia sido resolvido. Após inspeção do local e algumas perguntas ao usuário da sala, identificamos o odor vindo de uma parede recém pintada com tinta vencida, resto de uma obra antiga no prédio.

Outro dia, ouvi de um renomado médico que a Legionella era “a bactéria do ar condicionado”! Esse microrganismo se desenvolve em água e só transmitida aos seres humanos através de vapor de água. Onde temos isso em sistemas de ar condicionado? Na bandeja de condensação? Não vejo todo esse arraste de aerossol passando por serpentinas, ventiladores, rede de dutos e chegar na zona de respiração das pessoas. Improvável! Nas torres de resfriamento? Esse sim é um local em potencial. Porem está fora da edificação. Se atender a NBR 16401, a pelo menos 10 metros da tomada de ar externo, os riscos de contaminação ao ar interno são pequenos.

Muito mais provável achar essa bactéria em fontes decorativas, spas ou chuveiros dentro de edifícios. Mais uma vez, o ar condicionado nada tem a ver com isso.

Conto esses casos, entre tantos outros existentes, para mostrar que o sistema de ar condicionado nem sempre é a fonte de contaminação da qualidade do ar de interiores.

A ciência da Qualidade do Ar Interior

E por causa disso, para lidar com essa variedade de situações, a ciência da QAI requer muitas vezes um conjunto de habilidades e informações que não se encontra em apenas um profissional de carreira acadêmica tradicional. Muitos casos devem ser tratados por equipes multidisciplinares como Engenheiros Mecânicos, Civil, Químicos, Segurança do Trabalho, Médicos, Biomédicos, Biólogos, entre outros.

Os profissionais que desejam trabalhar com QAI devem ter conhecimentos básicos em outras áreas fora de sua especialização para entender a ciência indoor. Engenheiros tem que saber ler e interpretar relatórios de ensaios microbiológicos e químicos da qualidade do ar. Microbiologistas devem conhecer conceitos básicos de climatização para traçar estratégias corretas de amostragem.

Hoje, na cidade de São Paulo, um médico, com apoio de equipe multidisciplinar é responsável pela fiscalização sanitária de sistemas de ar condicionado. Não precisa ser um especialista em ar condicionado, para verificar uma casa de máquina suja. Ou uma bandeja com formação de biofilme. Da mesma maneira que esses fiscais inspecionam restaurantes ou supermercados atrás de pragas ou alimentos estragados, sistemas de ar condicionado estão sendo verificados quanto a limpeza e potencial de risco a saúde da população.

No mudo de hoje, estamos vendo médicos estudando informática para desenvolver softwares que ajudam em diagnósticos e cirurgias. Engenheiros pesquisando biotecnologias para melhorar embalagens e garantir maior prazo de validade a alimentos. Advogados especializados em ciências ambientais.
Leonardo Cozac
Diretor da Conforlab e
presidente do DN Qualindoor
Com a preocupação da qualidade do ar crescente, fiscalização sanitária mais atuante, competitividade em alta, os profissionais de ar condicionado deverão ter visão ampla da ciência de QAI, especializando-se em outras áreas ou trabalhando em conjunto profissionais de diferentes especialidades. Só assim serão capazes de encontrar, entender e achar soluções para problemas de qualidade do ar de interiores que afetam a vida das pessoas em todo o país.